Academia Olímpica Cabo-verdiana tem nova direção e já aposta na difusão dos valores Olímpicos

A Academia Olímpica Cabo-verdiana acabou de eleger uma nova direção chefiada por Orlando Mascarenhas, figura sobejamente conhecida do desporto nacional e que tem em mente, junto com a equipa elegida, reforçar a difusão dos valores olímpicos por todos os cantos do país.

A equipa recém-empossada tem como membros, Eduarda Vasconcelos, Fernando Pinto, Glenda Araújo, Mitza Sousa e Sabino Correia.
Conforme explica o Presidente Orlando Mascarenhas “o objetivo das academias olímpicas é estudar e investigar as manifestações olímpicas quer na antiguidade como na modernidade por forma a ver as suas causas e efeitos nos campos educativos, filosóficos, desportivos, social e politico”.

Além deste objetivo primário as academias olímpicas têm por pressuposto promover e incentivar estudos e ações práticas de sensibilização e formação dos ideais olímpicos entre outros objetivos.

Como reitera Orlando Mascarenhas, neste momento o trabalho tem sido de aproximação as outras academias em todo o mundo para que se consiga entender as suas experiências que ajudarão no trabalho que se irá desenvolver em Cabo Verde.

“Já temos aprovado no nosso plano de atividades que contempla já um projeto que irá arrancar possivelmente a partir de setembro, caso haja financiamento, em todos os concelhos do País, denominado OVEP, um programa de educação Olímpica nas escolas, afirma o Presidente.

Este projeto ainda tem uma vertente ambiental, pelo que levará a mascote dos Jogos Africanos de Praia, Kretxeu, a todas as ilhas para promover a proteção das tartarugas marinhas.

Além deste projeto a AO ainda tem previsto no seu plano a realização do segundo Fórum da instituição.
“Este Fórum deverá acontecer em setembro, momento em que iremos ter aqui na praia representantes de todas as ilhas do país e possivelmente alguma personalidade internacional”, afiança.

A Academia Olímpica é uma organização adjacente ao Comité Olímpico que tem na sua alçada a difusão dos valores Olímpicos, defendidos por Pierre de Coubertin, numa fusão do desporto da educação e da cultura.

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