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    HISTÓRICO DE PRESIDENTES

    Filomena Fortes

    Franklin Palma

    Antero Barros

    1º Presidente – Antero Barros

    Antero Barros foi o primeiro Presidente honorário do COC e ficou à frente da instituição por 13 anos. O então professor inspirado pelo ideais de Pierre de Coubertin, levou o espírito olímpico a todos os pontos de Cabo Verde, com a celebração de vários eventos, nomedamente o Dia Olímpico, congressos e seminários. Foi nesta presidencia que Cabo Verde se estreiou nos Jogos Olímpicos em 1996 e em 2004 vibrou com a qualificação por mérito próprio do atleta Flávio Furtado, na modalidade de boxe.

    2º Presidente – Franklin Palma

    Em 2006 Franklin Palma, jornalista e ex-Secretário-geral do COC, é quem assume a presidência do Comité, guiado pelo foco na preservação dos valores olímpicos e a representação de Cabo Verde em grandes eventos desportivos mundiais.

    3º Presidente – Filomena Fortes

    Filomena Fortes é Presidente do Comité Olímpico Cabo-verdiano desde 2014. A desportista e professora assumiu a presidência desta organização olímpica que tem sido referencia a nível mundial, desenvolvendo projetos que vão de encontro à política de responsabilidade social e à politica desportiva.

    HISTÓRIA DO COC

    O Comité Olímpico Cabo-Verdiano (COC) foi fundado pelo despacho do então Ministro da Informação, Cultura e Desporto, David Hopffer Almada, nos termos dos artigos 6 e 7º do Dec. Nº 34/88 de 30 de abril, 17 de julho de 1989, com o objetivo de assegurar a participação de Cabo Verde nos Jogos Olímpicos, e promover o Olimpismo, sob a tutela do Comité Olímpico Internacional.

    Entretanto, o reconhecimento do Comité Olímpico Internacional só veio quatro anos mais tarde (1993).

    Antero Barros foi o primeiro Presidente honorário do COC, e ficou à frente da instituição por 13 anos. O professor, desportista e amante do râguebi e do golf, foi um dos primeiros a perpetuar o espírito do Olimpismo em Cabo Verde.

    Com uma história de amante fervoroso e defensor das duas modalidades, a ambição de Antero Barros foi concretizado precisamente em 2016, quando o golf repassou a ser considerado um desporto olímpico.

    Em 2006, Franklin Palma, jornalista e ex-Secretário-geral do COC, assumiu a presidência do Comité e oito anos depois entregou a organização à dirigente desportiva Filomena Fortes, que atualmente chefia a instituição.

    Para saber mais sobre a história do Comité Olímpico Cabo-verdiano, aceda ao livro “Movimento Olímpico em Cabo Verde – 30 anos de História” aqui:

    https://www.yumpu.com/pt/document/read/62348738/livro-movimento-olimpico-em-cabo-verde-30-anos-de-historia)

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